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domingo, 17 de abril de 2011

LUDO EDUCATIVO - repassando.....







Vestibulando... essa é uma oportunidade maravilhosa de estar estudando ou melhor jogando e aprendendo!!! Não é o máximo????
Estou colocando como divulgação no meu blog  o interessante  projeto do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), em parceria com instituições como UNESP e USP, lançou o no ano de 2010, um jogo on-line para vestibulandos: o Ludo Educativo.
No game, o usuário tem como objetivo chegar ao final do tabuleiro respondendo perguntas sobre biologia, física, matemática e química. Em breve, haverá também questões sobre história e geografia. Dessa forma, o estudante consegue obter mais um recurso para se preparar para o vestibular.
O jogo foi elaborado de forma a evitar que o usuário memorize as respostas das questões. Para isso, foram criadas 500 perguntas para cada uma das mencionadas disciplinas. Com essa quantidade, apenas um grupo de questões aparece para cada jogador, de maneira alternada.
De acordo com o professor Elson Longo, coordenador do CMDMC, o objetivo da iniciativa não é apenas o de abordar assuntos tratados em salas de aula, mas também criar um banco de dados sobre o perfil de alunos do ensino médio, tanto de escolas públicas quanto de instituições particulares.
"Todo aluno que entra no site para jogar pela primeira vez precisa fazer um cadastro inicial com nome, série e escola – identificando se ela é pública ou privada.
Para jogar e obter mais informações, acesse o site do Ludo Educativo: http://www.ludoeducativo.com.br/.
Referência: Agência FAPESP.


Obs: Adotamos o Ludo Educativo desde o primeiro momento na escola estadual e está sendo o maior sucesso!!! Parabéns ao grupo do Ludo Educativo pela excelente idéia.






domingo, 21 de novembro de 2010

Papel reciclado com semente - Uma atitude louvável!!!

Outro dia fui até uma loja da Hering comprar uma camiseta ... e olha fiquei muito feliz com a iniciativa e a criatividade, olha que não estou fazendo propaganda da empresa e sim feliz por ver que algumas atitudes são necessárias para preservar o Meio Ambiente. Dentro de minha sacola de papel junto com a camiseta encontrei uma etiqueta reciclável com sementes e instrução de plantio nela...fiquei maravilhada!!! E como não podia deixar passar, escaniei a etiqueta para que todos vejam e fiz jus a sementinha... plantei ela em um lindo vaso!!! Segue a imagem:



COP 10: em média 52 espécies de vertebrados se aproximam da extinção a cada ano


The Impact of Conservation on the Status of the World’s Vertebrates
Um quinto dos vertebrados corre risco de extinção.
A má notícia é que um número crescente de aves, anfíbios, répteis, peixes e mamíferos tem se aproximado da extinção. A boa notícia é que o número poderia ser pior, não fossem as medidas de conservação colocadas em prática em todo o mundo nas últimas décadas.
Nesta terça-feira (26/10), em Nagoia, no Japão, durante a 10ª Conferência das Partes (COP 10) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), foi divulgado o resultado de um grande estudo que procurou avaliar o estado atual dos vertebrados no planeta.
O trabalho foi feito por 174 cientistas de diversos países, entre os quais o Brasil. Os resultados foram publicados na edição on-line da Science e sairão em breve na edição impressa da revista.
Foram analisados dados de vertebrados, incluindo as mais de 25 mil espécies presentes na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). O problema é tão grande que o grupo afirma se tratar da sexta extinção em massa na história do mundo.
O estudo mostra que um quinto dessas espécies pode ser classificado como “ameaçado” e que o número tem aumentado. Em média, 52 espécies de mamíferos, aves e anfíbios se movem de categoria a cada ano, aproximando-se da extinção.
Do total de vertebrados existentes, 20% estão sob alguma forma de ameaça, incluindo 25% de todos os mamíferos, 13% das aves, 22% dos répteis, 41% dos anfíbios, 33% dos peixes cartilaginosos e 15% dos peixes com osso.
Nas regiões tropicais, especialmente no Sudeste Asiático, estão as maiores concentrações de animais ameaçados e, segundo o levantamento, a situação é particularmente séria para os anfíbios. A maior parte dos declínios é reversível, destacam, mas se nada for feito a extinção pode se tornar inevitável.
Os declínios poderiam ter sido 18% piores se não fossem as medidas de conservação da biodiversidade postas em prática. Esforços para lidar com espécies invasoras se mostraram mais eficientes do que as direcionadas a fatores como perdas de habitat ou caça, aponta o trabalho.
Os autores destacam a importância e a urgência das políticas públicas para conservação da biodiversidade. Segundo eles, decisões tomadas hoje poderão representar, daqui a 20 anos, uma diferença na área preservada das florestas atuais no mundo de cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados – algo maior do que o tamanho do Brasil.
Leia o abstract do artigo The Impact of Conservation on the Status of the World’s Vertebrates (doi:10.1126/science.1194442), de Michael Hoffmann e colegas.
Fonte: Agência FAPESP

domingo, 14 de novembro de 2010

LEIVA ALÉM: Iniciativa Verde/calculadora - emissão de gases pa...

LEIVA ALÉM: Iniciativa Verde/calculadora - emissão de gases pa...: "http://www.iniciativaverde.org.br/pt/calculadora"

Plástico verde começa a formar mercado

Autor: Dayana Aquino

Líder na tecnologia de produção de etanol a partir da cana-de-açúcar, o Brasil também começa tomar a frente na produção de produtos da indústria petroquímica a partir do etanol. Protagonista desse cenário, a Braskem, após inaugurar em setembro deste ano a maior unidade de eteno advindo da cana, acaba de anunciar conclusão da etapa conceitual do projeto de construção de uma planta de propeno verde.
A tecnologia para a produção de polímeros a partir do etanol não é nova. Desde 1998 a Braskem avaliava as propriedades de outros elementos para a produção de polímeros, mas por falta de mercado, a idéia foi temporariamente abortada, sendo retomada sete anos depois. A empresa investiu cerca de R$ 500 milhões na planta de biopolietileno, concebido com tecnologia própria da companhia.
Embora a primeira planta tenha sido inaugurada há pouco mais de um mês, os plásticos verdes estão bem próximos aos consumidores finais. Alguns dos primeiros clientes são a Tetra Pak, Toyota Tsusho, Shiseido, Natura, Acinplas, Johnson&Johnson, Procter&Gamble e Petropack, entre outras. De acordo com o diretor de negócios de Biopolímeros da Braskem, Marcelo Nunes, demais clientes estão em conversas ou já fecharam acordos, mas por contrato de confidencialidade, não podem ser citados.
O custo do polietileno verde, com valor atrelado às oscilações de safra de cana – assim como o etanol-, é mais elevado em relação ao derivado de petróleo, que tem seu preço condicionado à cotação da Nafta. Uma forma de projetar um custo reduzido do produto é contabilizar os ganhos ambientais que ele propicia. De acordo com Nunes, muitas empresas estão dispostas a pagar um valor mais alto, já que reduzem sua pegada ambiental e agregam valor aos seus produtos em uma estratégia de sustentabilidade.
Um dos exemplos é a Tetra Pak. De acordo com a empresa, o polietileno verde será usado na produção de tampas de embalagens com produtos 100% renováveis. O acordo firmado com a empresa garante o fornecimento, pela Braskem, de 5 mil toneladas de polietileno verde de alta densidade por ano, com entrega a partir de 2011, para a produção de tampas plásticas e lacres. O volume representa pouco mais de 5% da demanda total de polietileno de alta densidade da Tetra Pak, e é um pouco menos de 1% do total de compra de materiais plásticos.
No futuro, o crescimento da preocupação ambiental pode tornar o produto mais atrativo e competitivo com mecanismos remunerem o serviço ambiental do ciclo da cana, ou com a comercialização de créditos de carbono. Na balança sustentável, para cada tonelada de polietileno verde produzido são capturados e fixados até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera.
Plantio x Produção

Cada hectare plantado produz 82 toneladas de cana de açúcar, em média, que por sua vez produz cerca 7,2 mil litros de etano. Dessa quantidade podem ser produzidas 3 toneladas de polietileno verde. Para a planta de Triunfo, com capacidade de 200 mil toneladas ao ano, serão necessários 65 mil hectares, o correspondente a 2% do etanol produzido no país.
O biopolietileno tem características idênticas ao polietileno derivado do petróleo, o que o torna mais competitivo em relação aos demais produtos semelhantes disponíveis no mercado, não derivados de petróleo.
Versátil, o material pode ter várias aplicações firmes e flexíveis. Produtos destinados à higiene pessoal e limpeza doméstica, embalagens de alimentos, brinquedos, utilidades domésticas estão entre as primeiras aplicações do plástico de origem renovável.
Nunes ressalta que a empresa trabalha em novos investimentos e projetos na área, desde que haja uma resposta positiva do mercado, como a recém anunciada planta de propeno verde. A companhia também possui projetos de pesquisa para o desenvolvimento de uma nova rota produtiva para o Polipropileno Verde, como a parceria anunciada com a Novozymes, em 2009, e com a UNICAMP e LNBio.
Propeno
De acordo com a empresa, em 2011 serão concluídos os estudos de engenharia básica da planta de propeno verde. Com investimentos de R$ 100 milhões e capacidade de produção mínima de 30 mil toneladas por ano, a operação da planta está programada para o segundo semestre de 2013.
As vantagens ambientais se aproximam do eteno verde, de acordo com o estudo preliminar de ecoeficiência. Para cada tonelada de Polipropileno Verde produzida, 2,3 toneladas de CO2 são capturadas e fixadas.
O polipropileno é o segundo plástico mais utilizado no mundo, atrás apenas do polietileno. Suas características permitem alta transparência e alta resistência ao impacto em baixas temperaturas, alto desempenho em processos de transformação, estabilidade de propriedades ao longo do tempo, baixa densidade que possibilita menor peso das peças e grande versatilidade de aplicações.

Biorrefinaria

O uso de elementos químicos com base no etanol, e o uso em demais indústrias, seguindo o conceito de biorrefinaria, poderão receber um impulso com o etanol de segunda geração. Embora esteja no foco das atenções por conta das preocupações ambientais e do deslocamento da dependência do petróleo, o uso de materiais oriundos da cana, em processos industriais, não é novidade, de acordo com o coordenador do núcleo de Engenharia e Processos de Produção dentro do Bioen (Programa de Bioenergia da FAPESP), Rubens Maciel Filho. Desde a década de 1980, pesquisadores buscam tecnologias para ampliação do uso da matéria-prima e do próprio etanol.
A unidade atuaria como acontece na refinaria de petróleo, tendo como base a cana de açúcar. Uma alternativa interessante do ponto de vista ambiental. De acordo com Maciel Filho, pode-se recuperar, do etanol, praticamente todos os produtos químicos da indústria do petróleo.
O procedimento para isso já existe, mas possui um elevado custo por estar atrelado ao preço do petróleo. Alguns produtos já estão disponíveis no mercado há algum tempo, como o ácido lático, derivado do acetato de etila. O pesquisador frisa que não se trata de substituir o petróleo, mas sim ter alternativas a ele.
Em sua avaliação, a alcoolquímica sofre com uma indústria do petróleo já estabelecida. Os fatores preço e cultura deverão abrir mais espaços para esses produtos no futuro, não se desvencilhando totalmente do petróleo, mas ampliando o uso de demais matérias.
Para mais informações sobre a programação do 06º Fórum de Debates Brasilianas.org, clique aqui.
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Novas Pesquisas Energéticas